Educação • 15:04h • 04 de novembro de 2026
USP, Unicamp e Unesp estão entre as 300 melhores universidades do mundo para empregabilidade
Ranking internacional de 2027 avalia a percepção de mais de 15 mil empregadores sobre a preparação dos estudantes para o mercado de trabalho
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações do Governo de SP | Foto: Divulgação
Três universidades estaduais de São Paulo estão entre as 300 melhores instituições de ensino superior do mundo em empregabilidade, segundo o Global Employability University Ranking and Survey (GEURS) 2027. A Universidade de São Paulo (USP) ocupa a 89ª posição, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 239º lugar, e pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), na 245ª colocação. O levantamento considera a avaliação de empregadores sobre a preparação dos estudantes para o mercado de trabalho.
A USP é a universidade brasileira mais bem posicionada na classificação internacional. A presença da Unicamp e da Unesp também coloca as três instituições estaduais paulistas entre as universidades reconhecidas pelos recrutadores que participaram da pesquisa.
Produzido pela consultoria francesa Emerging, em parceria com a Times Higher Education, o ranking ampliou sua abrangência nesta edição, passando de 250 para 300 instituições de ensino superior, distribuídas em 46 países e territórios.
Como funciona o ranking de empregabilidade
O GEURS 2027 foi elaborado a partir de 170.457 votos de 15.665 empregadores de 40 países. A pesquisa considera a percepção de profissionais envolvidos em processos de contratação sobre as competências e a preparação dos graduados para o ambiente profissional.
Entre os critérios mais valorizados pelos participantes estão o desempenho acadêmico, com 19,3% das menções, as competências dos graduados, com 18,6%, e a experiência profissional, com 17,2%.
Outros fatores considerados foram impacto e liderança (13,4%), especialização (12,6%), internacionalidade (10%) e reputação institucional (8,9%).
O levantamento não mede diretamente a quantidade de estudantes contratados após a graduação nem os salários recebidos pelos profissionais formados. A classificação representa a percepção dos empregadores sobre a capacidade das universidades de preparar seus alunos para o mercado de trabalho.
A pesquisa também aponta diferenças nas expectativas dos recrutadores conforme a região do mundo, indicando que as competências valorizadas na contratação de recém-formados podem variar entre os países.
Aviso legal
Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, integral ou parcial, do conteúdo textual e das imagens deste site. Para mais informações sobre licenciamento de conteúdo, entre em contato conosco.
Últimas Notícias
As mais lidas do mês
Mundo
INSS: confira quem recebe de 3 a 9 de novembro e como consultar o depósito
Aposentados e pensionistas com benefícios de até um salário mínimo e acima do piso nacional devem consultar o número final para identificar a data do depósito