Mundo • 19:41h • 23 de novembro de 2025
Setores com mais acidentes que geram auxílio-acidente incluem construção, transporte e indústria
Construção civil, transporte, indústria e serviços gerais concentram ocorrências e sequelas permanentes, segundo levantamento da DS Beline
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Sing Comunicação | Foto: Arquivo/Âncora1
Os acidentes de trabalho continuam entre os maiores desafios da saúde ocupacional no Brasil. Mais de 724 mil ocorrências foram registradas em 2024, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, reforçando a necessidade de prevenção e conhecimento dos direitos previstos em lei, como o auxílio-acidente, benefício pago pelo INSS a trabalhadores que ficam com sequelas permanentes.
Logo após o levantamento anual, a DS Beline, empresa especializada em atender pessoas que sofreram acidentes com redução definitiva da capacidade laboral, destacou as profissões mais impactadas. A concentração ocorre em atividades com maior exposição a riscos físicos, como construção civil, transporte, indústria e serviços de manutenção.
No setor da construção, quedas de altura, ferimentos com equipamentos e acidentes envolvendo materiais pesados estão entre os principais fatores que levam a fraturas, amputações e limitações motoras. Nessas situações, mesmo que o trabalhador retorne às atividades, a perda funcional costuma ser suficiente para caracterizar o direito ao auxílio.
Entre motoristas e entregadores, colisões e quedas representam grande parte dos registros. No ambiente industrial e metalúrgico, cortes profundos, esmagamentos e lesões em membros superiores aparecem como as sequelas mais recorrentes. Já nos serviços gerais, limpeza e manutenção, são frequentes os casos de lesões por esforço repetitivo e acidentes por escorregões ou quedas.
Caroline Alves, Head de Planejamento da DS Beline, observou que muitos trabalhadores desconhecem que o direito ao auxílio-acidente permanece mesmo após o retorno ao emprego, desde que exista sequela definitiva. Ela avaliou que a falta de informação faz com que parte dos profissionais não solicite o benefício, apesar de terem direito garantido por lei.
O auxílio-acidente é pago de forma contínua, com valor correspondente a 50% do salário de benefício, e tem a função de compensar a redução da capacidade laboral. Pode ser solicitado após acidentes de qualquer natureza, desde que o segurado comprove a limitação permanente e mantenha vínculo com o INSS.
Para a DS Beline, ampliar o acesso à informação é fundamental para garantir proteção, segurança jurídica e estabilidade financeira aos trabalhadores. A empresa reforça que o processo pode ser conduzido com orientação especializada, evitando perdas de prazo ou negativa indevida.
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