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Responsabilidade Social • 11:50h • 15 de junho de 2025

Seis leis inegociáveis para proteger crianças do abuso sexual

Compromisso com a infância exige responsabilidade dos adultos, diálogo sobre sexualidade, escuta ativa e denúncias firmes em casos suspeitos

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da LC Comunicação | Foto: Divulgação

Infância segura começa com atitudes firmes e responsabilidade dos adultos
Infância segura começa com atitudes firmes e responsabilidade dos adultos

Proteger a infância é um dever coletivo que começa pela consciência dos adultos. Seis princípios fundamentais foram reunidos como base de orientação prática para pais, responsáveis e educadores que desejam blindar crianças de abusos sexuais, um problema grave que exige ação firme, informação clara e vigilância constante.

A primeira dessas leis aponta que a responsabilidade de proteger é dos adultos. Isso significa acompanhar de perto o que a criança consome, com quem se relaciona e onde passa o tempo, criando uma rede de cuidado e prevenção.

O segundo princípio reforça a importância de uma formação integral. Falar sobre sexualidade de forma adequada, clara e sem tabus é parte essencial do desenvolvimento emocional infantil. Aprender a reconhecer os próprios limites, dizer “não” e fortalecer sua identidade são pilares da autoproteção.

Toda criança precisa conhecer o próprio corpo, saber nomear suas partes íntimas e entender o que é carinho saudável e o que representa risco. Esse terceiro ponto é vital para diferenciar situações seguras de comportamentos suspeitos.

A quarta lei é um alerta direto contra a erotização precoce. A infância deve ser preservada de conteúdos, roupas, músicas e comportamentos que não condizem com a fase da vida. Pornografia, hipersexualização e a exposição a temas adultos colocam a criança em vulnerabilidade.

O quinto princípio é: ouça e acredite. Mudanças bruscas no comportamento, sinais físicos ou emocionais e qualquer relato devem ser levados a sério, acolhidos sem julgamento e investigados com sensibilidade e urgência.

Por fim, a sexta e mais dura regra: denuncie. O silêncio alimenta o ciclo de violência. Em caso de suspeita ou confirmação de abuso, acione imediatamente os canais de proteção como o Disque 100, o Conselho Tutelar ou a Delegacia de Polícia. Mesmo que o agressor seja alguém próximo, a proteção da criança deve vir em primeiro lugar.

Essas leis não são apenas recomendações: são compromissos éticos e práticos que toda sociedade precisa assumir para romper o ciclo de abusos e garantir uma infância segura, saudável e respeitada.

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