• Mercado farmacêutico brasileiro acelera e deve atingir US$ 43,9 bilhões em 2026
  • Livro Café com Deus Pai lidera mercado editorial brasileiro e alcança 10 milhões de cópias
  • PAT de Assis divulga novas vagas de emprego em diversas áreas nesta semana
Novidades e destaques Novidades e destaques

Política • 11:16h • 11 de outubro de 2024

Presidente sanciona Lei que amplia para até 40 anos a pena para casos de feminicídio

Texto também define o feminicídio como crime autônomo, o que facilita a formulação de estatísticas precisas, e amplia pena para lesão corporal e violência doméstica contra mulheres

Da Redação/Agência Gov | Foto: Agência Gov | Via Planalto

O Ministério das Mulheres também vem ampliando os recursos destinados às políticas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres.
O Ministério das Mulheres também vem ampliando os recursos destinados às políticas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira, 9 de outubro, o Projeto de Lei nº 4.266 de 2023, que torna o feminicídio um crime autônomo e agrava a pena para a maior prevista no Código Penal, de até 40 anos.

“Mais um passo no combate ao feminicídio no Brasil. Ao lado da ministra Cida Gonçalves, sancionei um projeto de lei que agrava a pena de feminicídio, aumentando a pena mínima de 12 para 20 anos, podendo chegar até 40 anos, e agravando penas de outros crimes praticados contra as mulheres. O nosso governo está comprometido e em Mobilização Nacional pelo Feminicídio Zero”, postou o presidente em seu perfil no Instagram.

Segundo a ministra Cida, além de aumentar penas, a nova lei é importante porque “traz elementos para que de fato nós possamos ter um país sem feminicídio, sem impunidade e garantir a vida e a segurança de todas as mulheres do Brasil”.

Na prática, a proposição amplia as respostas preventivas e punitivas aos crimes praticados contra mulheres. Cria a previsão de que o crime de matar uma mulher por razões de gênero preveja reclusão de 20 a 40 anos, a maior prevista no Código Penal, e amplia a pena para crimes de lesão corporal e violência doméstica contra mulheres.

O texto ainda altera a Lei dos Crimes Hediondos, para reconhecer o feminicídio como crime hediondo, e a Lei Maria da Penha, para ampliar a pena do descumprimento da medida protetiva de urgência. Adicionalmente, o texto institui a prioridade na tramitação dos crimes inscritos nesta nova legislação e estabelece, para tais, a gratuidade de justiça.

Na justificativa para propor a Lei, a senadora Margareth Buzetti (PSD/MT) afirmou que, até então, o feminicídio era considerado homicídio qualificado, e que transformá-lo em crime autônomo, com aumento das penas e medidas preventivas e punitivas, garante maior proteção às mulheres, além de combater a impunidade e permitir o monitoramento dos dados, dado que a criação de um tipo penal específico possibilita a formulação de estatísticas mais precisas sobre esse tipo de crime.

O texto teve como relatores no Congresso Nacional as deputadas Delegada Katarina (PSD/SE) e Gisela Simona (União/MT) e, no Senado, o senador Alessandro Vieira (MDB/SE).

Feminicídio Zero

Em agosto deste ano, o governo federal, por meio do Ministério das Mulheres, lançou uma mobilização nacional pelo Feminicídio Zero , com o propósito de despertar na sociedade brasileira a atitude de não tolerar nenhuma forma de violência contra a mulher, oferecendo apoio às vítimas e/ou denunciando esses casos em canais como o Ligue 180 - Central de Atendimento à Mulher.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Economia • 20:41h • 27 de janeiro de 2026

Mercado farmacêutico brasileiro acelera e deve atingir US$ 43,9 bilhões em 2026

Alta da demanda hospitalar e avanço dos medicamentos emagrecedores reposicionam a indústria e pressionam logística e regulação

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 19:36h • 27 de janeiro de 2026

Livro Café com Deus Pai lidera mercado editorial brasileiro e alcança 10 milhões de cópias

Obra de Junior Rostirola fecha 2025 no topo do mercado editorial e consolida fenômeno da literatura espiritual contemporânea

Descrição da imagem

Classificados • 18:29h • 27 de janeiro de 2026

Alta temporada de contratações exige checagens obrigatórias para profissionais temporários

Especialista aponta três verificações essenciais para reduzir riscos e garantir segurança durante períodos de demanda sazonal

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 17:51h • 27 de janeiro de 2026

Confira as promessas de destino para 2026

Com base nas tendências de mercado, o próximo ano consolida destinos tradicionais e revela novas experiências

Descrição da imagem

Policial • 17:18h • 27 de janeiro de 2026

Delegacia Seccional de Assis recebe 22 novos escrivães para reforçar atendimento policial

Profissionais formados pelo DEINTER-8 já começaram a atuar nas unidades da região, ampliando a capacidade operacional da Polícia Civil

Descrição da imagem

Economia • 16:50h • 27 de janeiro de 2026

Simples Nacional registra crescimento expressivo de empresas do agronegócio, aponta estudo

Levantamento do IBPT mostra avanço de 7,1% em um ano, com forte presença de MEIs, renovação do setor e protagonismo regional

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 16:23h • 27 de janeiro de 2026

Brasil ainda é o país que mais mata pessoas trans e travestis no mundo

Número de assassinatos em 2025 chegou a 80

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 15:49h • 27 de janeiro de 2026

Assis terá Carnaval gratuito de 14 a 17 de fevereiro com o Carnassis 2026

Evento será realizado no espaço coberto atrás da Estação Ferroviária com entrada gratuita e programação cultural

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar