Saúde • 14:08h • 19 de fevereiro de 2026
Pequenas feridas em idosos podem evoluir para quadros graves; prevenção deve ser diária
Envelhecimento da pele e doenças crônicas aumentam risco de infecções e complicações
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Souk Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1
Pequenas lesões na pele de idosos podem evoluir rapidamente para quadros graves quando não recebem cuidados adequados. Com o avanço da idade, a pele torna-se mais fina, menos elástica e menos vascularizada, o que dificulta a cicatrização e amplia o risco de infecções. Especialistas alertam que fricções simples, quedas leves ou até o uso prolongado de fraldas podem desencadear feridas de difícil tratamento.
De acordo com a enfermeira Andrezza Barreto, especializada em cuidados com a pele, o envelhecimento provoca redução da produção de colágeno, diminuição do fluxo sanguíneo e menor capacidade de regeneração celular. Além disso, muitos idosos convivem com doenças crônicas como diabetes, hipertensão e insuficiência venosa, condições que agravam o processo de cicatrização.
Ela explica que a prevenção começa com observação diária da pele, especialmente em áreas de maior pressão, como calcanhares, glúteos e região dorsal. A hidratação frequente, o uso de barreiras protetoras e a escolha de produtos específicos para a pele madura ajudam a reduzir o risco de lesões.
Feridas crônicas podem comprometer a qualidade de vida, aumentar o tempo de tratamento e gerar internações evitáveis. Por isso, a identificação precoce de vermelhidão persistente, áreas endurecidas ou pequenas escoriações é considerada fundamental para evitar a progressão do quadro.
No mercado, existem curativos desenvolvidos para auxiliar na recuperação da pele fragilizada. Um exemplo é o Membracel, que atua como substituto temporário da pele, permitindo a drenagem do excesso de secreção para um curativo secundário e mantendo um ambiente úmido adequado para a cicatrização. Segundo especialistas, a escolha correta do material contribui para reduzir o tempo de tratamento e prevenir infecções.
O cuidado com a pele do idoso exige acompanhamento contínuo, orientação profissional e atenção dos familiares e cuidadores. A combinação entre prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado é determinante para evitar que pequenas lesões se tornem grandes problemas de saúde.
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