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Economia • 10:36h • 16 de outubro de 2024

Pecuária: Governo de SP contribui com ações para alavancar o setor

São Paulo conta com rebanho de mais de 10 milhões de cabeças; na balança comercial, setor foi um dos principais produtos com US$ 2,49 bilhões

Da Redação/Agência SP | Foto: Governo de SP

Atividade, que engloba criação de bovinos, suínos, ovinos, aves, entre outros animais, movimenta a economia brasileira, gerando emprego e fornecendo alimento de qualidade à população.
Atividade, que engloba criação de bovinos, suínos, ovinos, aves, entre outros animais, movimenta a economia brasileira, gerando emprego e fornecendo alimento de qualidade à população.

Na segunda-feira (14) foi celebrado o Dia Nacional da Pecuária. A atividade, que engloba criação de bovinos, suínos, ovinos, aves, entre outros animais, movimenta a economia brasileira, gerando emprego e fornecendo alimento de qualidade à população. Só o estado de São Paulo tem mais de 10 milhões de cabeças na cadeia produtiva, sendo 3 milhões destinadas ao abate.

Em relação às exportações, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o setor de carnes foi um dos principais produtos, com a soma de US$ 2,49 bilhões, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA).

“A pecuária paulista é a mais sustentável do mundo. A gente tem uma economia circular completa, basta visitar os confinamentos instalados no Estado. São Paulo, que é hoje o maior exportador de proteína do mundo e possui mais de 10 milhões de cabeças”, diz o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai.

O primeiro Centro de Pesquisa de Pecuária Sustentável da América Latina foi instalado no município paulista de São José do Rio Preto, que desenvolve produção intensiva de bovinos de corte com sustentabilidade.

Para desenvolver ainda mais a cadeia produtiva da pecuária paulista, a SAA, depois de 10 anos da última edição, realizará nos dias 19 e 23 de novembro um dos maiores eventos do setor, a Feicorte, em Presidente Prudente. A região tem o maior rebanho de bovinos do estado, com aproximadamente 1,6 milhão de animais. “A Feicorte vem para mostrar a importância de uma pecuária profissionalizada, intensiva. Esse grande evento vem para valorizar ainda mais esse setor”, diz Piai.

Neste cenário, o Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), da SAA, trabalha há mais de um século no desenvolvimento de pesquisas e novas tecnologias voltadas à pecuária. De acordo com Enilson Ribeiro, diretor-geral do IZ, a instituição desenvolve pesquisas com melhoramento genético, nutrição, reprodução, sanidade e bem-estar animal.

“Visando atender as demandas do mercado consumidor, desenvolvemos tecnologias que têm contribuído para o aumento da produtividade, redução dos custos e dos impactos ambientais e melhor qualidade dos produtos como carne, leite e ovos”, afirma.

As tecnologias e inovações da área geradas no instituto são constantemente transferidas ao produtor rural através de cursos, palestras, dias de campo e divulgação na imprensa.

Identificador na orelha

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura de SP, apresentou, em fevereiro deste ano, uma alternativa, não obrigatória, à marcação a fogo utilizada nas bezerras de três a oito meses de idade vacinadas, com identificador na orelha dos bovinos.

“São Paulo sai na frente mais uma vez com essa nova marca para o agro do estado. Bem-estar animal significa segurança jurídica, garantindo um documento que comprova boas práticas, valorizando a pecuária paulista e abrindo novos mercados internacionais, cada vez mais restritivos”, destaca o secretário Guilherme Piai.

A Fazenda do Engenho, localizada no município de Pirajuí, interior paulista, foi a primeira do Brasil a receber os novos modelos de identificação em bovinos vacinados contra a brucelose. Para a pecuarista e gerente do estabelecimento, Érika Bannwart, esta nova medida é uma maneira de aliviar a dor e o estresse do animal, contribuindo também para um resultado mais eficiente, além de garantir a segurança do profissional do campo.

“A vacina é dada na face, uma região bem dolorida e, muitas vezes, a marca some com o tempo, pois o bezerro vai crescendo e, se a identificação não foi feita na temperatura e no tempo de permanência correta, pode desaparecer. Outro ponto importante é o risco de quem aplica, que também pode resultar em ferimento”, explica a pecuarista.

Fundo para febre aftosa

A Secretaria de Agricultura também criou o projeto de Lei Fundesa – Fundo de Defesa Estadual da Sanidade Animal, que é um fundo complementar indenizatório, encaminhado à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O fundo é obrigatório para o pagamento de ressarcimento ao produtor caso ocorram focos de febre aftosa, em decorrência da retirada da vacinação contra a doença, que entrou em vigor em 2024.

“O fundo está pronto e servirá para gerar segurança ao pecuarista. O valor da contribuição será por cabeça de gado e vai ser muito mais baixo do que o custo de uma vacina. Já alinhamos com as entidades do setor e com pecuaristas e todos estão satisfeitos com o que foi demonstrado”, destaca o secretário.

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