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Variedades • 20:26h • 22 de julho de 2025

Pais hiperconectados, filhos vulneráveis: como construir limites no mundo digital

Para especialistas, proteger crianças na internet não se resume a instalar aplicativos, mas sim construir vínculos, limites e escuta ativa em um cenário cada vez mais complexo

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Central Press | Foto: Divulgação

Infância hiperconectada exige nova postura dos pais diante dos riscos digitais
Infância hiperconectada exige nova postura dos pais diante dos riscos digitais

Mais do que um alerta, o debate sobre segurança digital infantil exige uma mudança profunda de mentalidade. A geração que hoje frequenta escolas e creches já nasceu em um ambiente onde o mundo on-line não é uma extensão do real, mas o próprio cotidiano. Essa conexão precoce, porém, tem exposto crianças e adolescentes a riscos que nem sempre são evidentes — e que, muitas vezes, escapam do controle dos próprios adultos.

Entre os perigos mais comuns estão o cyberbullying, o aliciamento por adultos mal-intencionados (grooming), conteúdos violentos ou inapropriados, dependência digital e até golpes financeiros. Mas, para Fernando Brafmann, especialista em cibersegurança e consultor educacional, o maior desafio não é a internet em si, e sim o uso desassistido da tecnologia. “Estamos abrindo uma porta para um mundo que os próprios pais desconhecem”, pontua.

Brafmann argumenta que a proteção online não deve ser confundida com vigilância ou controle extremo. O segredo está no tripé: diálogo constante, educação digital desde cedo e uso consciente de ferramentas de monitoramento sempre com transparência. Soluções como o Google Family Link ou o Microsoft Family Safety podem ser úteis, mas não substituem o vínculo afetivo e a convivência ativa. “Pais que dormem com o celular na mão não podem cobrar moderação dos filhos”, resume.

Outra recomendação do especialista é que os pais deixem de tratar a internet como um ‘ambiente à parte’. Conversar sobre o que a criança está assistindo, que jogos ela joga, quem são seus influenciadores favoritos tudo isso ajuda a estabelecer confiança e parâmetros claros. “Não se trata de impor regras, mas de estabelecer acordos possíveis para cada fase da infância”, reforça.

Quando o dano acontece como no caso de ameaças, exposição indevida ou aliciamento a orientação é reunir provas, acolher a criança, bloquear contatos perigosos e procurar as autoridades, além de suporte psicológico, se necessário. Plataformas como a Safernet podem auxiliar nos processos de denúncia. Acima de tudo, é preciso lembrar que crianças e adolescentes estão em formação e que empatia intergeracional é fundamental para criar ambientes mais seguros, tanto dentro quanto fora da rede.

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