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Saúde • 08:38h • 27 de abril de 2025

O que são resultados falso-positivo e falso-negativo de exames?

Entenda como os erros de diagnóstico podem afetar a saúde e o bem-estar dos pacientes

Da Redação | Com informações da Experta Media | Foto: Divulgação

Falso-positivo e falso-negativo: como lidar com os erros nos testes laboratoriais
Falso-positivo e falso-negativo: como lidar com os erros nos testes laboratoriais

Os exames laboratoriais são ferramentas essenciais para o diagnóstico precoce de doenças, mas, infelizmente, não são infalíveis. Resultados falso-positivo e falso-negativo são erros comuns, mas que podem ter consequências graves, principalmente em doenças como o câncer de próstata e de mama, impactando diretamente a conduta médica e o bem-estar do paciente.

Segundo a Academia de Ciências dos Estados Unidos, a maioria das pessoas enfrentará ao menos um erro de diagnóstico ao longo da vida. No Brasil, o número de processos por erro médico aumentou em 506% em 2024, com 74.358 casos registrados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

De acordo com a Academia Brasileira de Medicina e Tecnologia (ABMed), o erro falso-positivo ocorre quando o exame indica erroneamente a presença de uma doença, enquanto o falso-negativo acontece quando o teste falha em detectar uma condição existente. Esses erros estão associados a dois fatores principais: sensibilidade, que mede a capacidade do teste de identificar corretamente os doentes, e especificidade, que avalia a habilidade de identificar os saudáveis.

Diversos fatores podem influenciar a precisão dos exames, como a prevalência da doença na população. Em doenças raras, como certos tipos de câncer, a chance de um falso-positivo aumenta, pois a probabilidade de alguém estar doente é baixa. Já exames realizados fora do tempo ideal ou sem o preparo adequado podem gerar um falso-negativo.

A escolha do momento certo e do teste adequado é essencial. No caso de câncer de pulmão, por exemplo, fatores como tabagismo e histórico familiar são determinantes, mas o rastreamento precoce exige testes com alta sensibilidade para detectar tumores em estágios iniciais.

Além disso, fatores técnicos, como o armazenamento e transporte das amostras, interferência de medicamentos e até o estado emocional do paciente, podem comprometer os resultados. A precisão do exame é ainda mais afetada quando há grande volume de amostras coletadas no mesmo dia ou quando o histórico do paciente não é corretamente comunicado.

Como lidar com resultados falso-positivos ou falso-negativos?

O farmacêutico e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Israel Diniz Lima, orienta que, diante de resultados inconsistentes, é fundamental reavaliar. "Repetir o exame ou buscar testes complementares com maior confiabilidade é a melhor abordagem", diz Israel.

Ele explica que, para confirmar a ausência de uma doença, é ideal usar exames com maior especificidade, enquanto para rastreios iniciais, como em campanhas de prevenção, o foco deve ser em testes com alta sensibilidade. O PSA, frequentemente utilizado no diagnóstico do câncer de próstata, é um exemplo de exame que pode gerar falso-positivos em casos de infecção ou inflamação.

Israel também destaca a importância de considerar o contexto clínico do paciente. Fatores como o momento da infecção e o histórico vacinal podem interferir nos resultados. "Falso-positivos podem ocorrer devido a anticorpos de uma vacina recente, e falso-negativos, quando o teste é realizado fora da janela ideal de resposta imunológica", explica.

Assim, o entendimento da dinâmica biológica do organismo e o uso dos testes mais adequados são fundamentais para garantir diagnósticos precisos e a segurança do paciente.

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