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Variedades • 14:33h • 01 de dezembro de 2024

O que esperar do verão 2024/2025: temperaturas altas e mudança nas chuvas

Em 20 dias, o verão começa com promessas de temperaturas elevadas e chuvas intensas, mas sem o impacto do fenômeno El Niño

Da Redação | Foto: Divulgação

Verão se aproxima: o que muda com o fim do El Niño e o impacto no clima
Verão se aproxima: o que muda com o fim do El Niño e o impacto no clima

Faltam apenas 20 dias para o início oficial do verão 2024/2025, que começa às 06h21 (horário de Brasília) do dia 21 de dezembro. Tradicionalmente conhecido como o “período chuvoso” em várias regiões do Brasil, o verão chega com a promessa de um aumento nas temperaturas e na umidade. O fenômeno climático El Niño, que impactou o verão passado, não estará presente nesta nova estação, o que traz mudanças significativas para as condições climáticas no país.

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o ano de 2024 deve encerrar como o mais quente já registrado desde a era pré-industrial, intensificando ainda mais a expectativa sobre o comportamento climático do novo verão.

A influência do El Niño e a mudança para 2024

O verão de 2023/2024 foi fortemente impactado pelo El Niño, um fenômeno climático que aqueceu os oceanos e afetou drasticamente as condições climáticas globais. No Brasil, isso resultou em redução das chuvas e um aumento acentuado nas temperaturas, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Para o verão 2024/2025, a previsão é de alterações nas condições atmosféricas. Sem o El Niño, mas com a presença de uma tendência fria no centro-leste do Pacífico Equatorial, as chuvas devem retornar com mais intensidade sobre o território nacional, principalmente no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Esse fenômeno pode ter um impacto positivo nas secas de algumas regiões, mas também há o risco de acúmulo de chuvas, o que pode causar alagamentos e deslizamentos de terra.

O papel dos oceanos no novo verão

Apesar da ausência de um El Niño forte, os oceanos continuam a apresentar temperaturas acima da média, o que tem causado preocupação entre os climatologistas. A temperatura elevada dos oceanos, especialmente nos oceanos Pacífico e Atlântico, tem influência direta no clima global, exacerbando as condições climáticas extremas. Esse aquecimento pode intensificar ainda mais o calor e a umidade, desafiando a capacidade de adaptação das cidades e populações.

O resfriamento do Pacífico Equatorial, que foi observado na costa peruana, ainda é muito localizado e não deve impactar significativamente as condições de aquecimento global. Ao contrário, os oceanos tropicais continuam a aquecer, como observamos em 2023, e isso pode afetar a circulação de ventos e precipitação no Brasil.

Expectativas para o novo verão

Com o fim do El Niño e a ausência de um La Niña oficial, o Brasil pode esperar por um verão com temperaturas elevadas em grande parte do território, especialmente no Norte e Centro-Oeste, além de chuvas mais intensas em algumas regiões, especialmente no Sudeste e Sul. O fenômeno de intensificação das chuvas no Brasil é esperado, o que pode ajudar a mitigar as secas que afetaram o país durante o ano anterior.

Além disso, a previsão é de que o verão de 2024/2025 continue a ser quente e instável, com uma combinação de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. A sensação de calor será acentuada, mas também devemos ver um aumento nas tempestades e trovoadas, especialmente à tarde e à noite.

Cuidados necessários para a estação

Com a chegada de um verão mais quente e úmido, a preocupação com o bem-estar das populações também aumenta. As recomendações são para que as pessoas tomem cuidados para evitar desidratação e insolações, principalmente no auge das temperaturas, entre 12h e 16h. A população deve também se proteger das chuvas fortes e trovoadas, especialmente em áreas mais suscetíveis a alagamentos e deslizamentos.


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