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Mundo • 11:12h • 30 de julho de 2025

Municípios paulistas registram menos mortes no trânsito

Cidades como São Paulo e Campinas apresentam tendência de ter menos mortes de pedestres no trânsito

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Arquivo Âncora1

Estudo do Detran-SP analisou tendência de sinistros de trânsito em municípios paulistas.
Estudo do Detran-SP analisou tendência de sinistros de trânsito em municípios paulistas.

A cidade de São Paulo tende a ver cair o número de mortes no trânsito por atropelamentos. Junto a municípios como Campinas, Guarujá e Presidente Prudente, a capital paulista deve registrar redução na letalidade no trânsito em geral e de pedestres. Os dados fazem parte de estudo realizado pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), divulgado na quarta-feira (23) em evento com jornalistas.

Veja aqui a análise completa da tendência de sinistros de trânsito em São Paulo.

Com base no Infosiga, plataforma de estatísticas viárias, a pesquisa aponta que há 28 com tendência significativa de redução de mortes no trânsito. Elaborado pela Diretoria de Segurança Viária do Detran-SP, o estudo considerou dados de janeiro de 2015 até fevereiro de 2025 para traçar a tendência de queda.

Municípios com mais de 100 mil habitantes a apresentarem tendência de queda em mortes no trânsito:

  • Presidente Prudente

  • Guarujá

  • Guaratinguetá

  • Ribeirão Pires

  • Catanduva

  • Araraquara

Municípios com mais de 100 mil habitantes a apresentarem tendência de queda em mortes de pedestres no trânsito:

  • São Paulo

  • Santos

  • São José do Rio Preto

  • Mogi das Cruzes

  • Campinas

  • Guaratinguetá

  • Guarujá

  • Cubatão

  • Osasco

Depois de motociclistas e ocupantes de motocicletas, os pedestres são os mais vulneráveis no trânsito. Em 2024, eles representavam 17% dos óbitos no trânsito. O Estado de São Paulo divide com os municípios a responsabilidade sobre a segurança viária. Nesse sentido, é possível destacar campanhas de comunicação, ações de fiscalização, capacitação de agentes de trânsito, entre outras medidas.

“Estamos falando do maior estado do Brasil, com uma complexidade de trânsito que merece uma atenção especial. Os estados têm um papel fundamental de articulação. Além de ter um papel de conectar as diretrizes nacionais e propostas globais com o que está sendo feito nas cidades, também pode impulsionar o desenvolvimento de novos programas e de uma engenharia de trânsito mais segura”, diz Reynaldo Neto, analista sênior do WRI Brasil.

Além disso, o Estado de São Paulo também elabora o seu Plano Estadual de Segurança Viária. O documento deve concentrar as principais metas e indicadores relacionados a esse tema. Também servirá para direcionar ações no âmbito municipal.

O Estado de São Paulo integra um esforço nacional para redução de mortes no trânsito. O Brasil participa da Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito, liderada pela ONU, que busca reduzir pela metade o número de mortes e lesões no trânsito até 2030.

Óbitos de motociclistas

Um dos principais desafios na área da segurança viária é enfrentar o aumento de mortes de motociclistas no trânsito. Em 2023, 46% das mortes no trânsito eram de motociclistas no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Para se ter uma ideia, essa parcela era de 33% em 2010. Especialistas relacionam esse cenário ao aumento na frota de motocicletas ao longo dos anos.

O estudo do Detran-SP apresentou que diversos municípios paulistas apresentaram tendência significativa de aumento na morte de motociclistas. “A partir desses recortes [do estudo], os municípios podem priorizar aquilo que representa o maior fator de risco e aquele público mais atingido pela sinistralidade. Cada município tem a obrigação de olhar para o seu sistema de trânsito e estabelecer medidas para o enfrentamento a esses problemas. Temos feito um trabalho para integrar os municípios”, explica Roberta Mantovani, diretora de Segurança Viária do Detran-SP.

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