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Saúde • 10:19h • 22 de março de 2026

Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030

Estudo estima que a doença deve causar 127 mil mortes em 5 anos

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

Pesquisadores de instituições brasileiras e do exterior estimam que cerca de 127 mil pessoas vão morrer por causa da doença ao longo desses cinco anos, contra 57,6 mil óbitos ocorridos no período de comparação.
Pesquisadores de instituições brasileiras e do exterior estimam que cerca de 127 mil pessoas vão morrer por causa da doença ao longo desses cinco anos, contra 57,6 mil óbitos ocorridos no período de comparação.

O número de mortes por câncer colorretal no Brasil deve quase triplicar entre 2026 e 2030, em comparação ao período de 2001 a 2005. A estimativa é que cerca de 127 mil pessoas morram em decorrência da doença nesses cinco anos, frente a 57,6 mil óbitos registrados anteriormente.

Dados publicados na revista científica indicam que o aumento da mortalidade pode chegar a 181% entre os homens e 165% entre as mulheres. Considerando todo o intervalo de 2001 a 2030, o total de mortes deve ultrapassar 635 mil.

O crescimento acompanha a elevação no número de casos da doença, que já é o segundo câncer mais incidente e o terceiro mais letal no país. Especialistas apontam que o envelhecimento da população contribui para esse cenário, mas destacam também fatores de risco como o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e a falta de atividade física — hábitos que têm começado cada vez mais cedo, inclusive na infância.

Outro problema relevante é o diagnóstico tardio. Cerca de 65% dos casos são identificados em estágios avançados, o que reduz as chances de sucesso no tratamento. Isso ocorre tanto pela ausência de sintomas iniciais quanto pelas dificuldades de acesso a serviços de saúde, especialmente em regiões mais remotas.

Diante desse cenário, pesquisadores defendem a ampliação do acesso ao diagnóstico precoce, com a implementação de programas de rastreamento e a realização de exames preventivos. Também destacam a importância de reduzir desigualdades regionais e garantir tratamento adequado aos pacientes.

O estudo também analisou os impactos sociais e econômicos da doença. Em média, mulheres que morreram por câncer colorretal perderam 21 anos de vida, enquanto os homens perderam 18 anos. Entre 2001 e 2030, as mortes devem resultar em 12,6 milhões de anos potenciais de vida perdidos e cerca de 22,6 bilhões de dólares internacionais em perdas de produtividade.

As regiões Sul e Sudeste concentram a maior parte dos óbitos, devido à maior população e ao envelhecimento mais acentuado. No entanto, os maiores aumentos proporcionais na mortalidade e nos prejuízos econômicos devem ocorrer nas regiões Norte e Nordeste, onde há piores condições socioeconômicas e de infraestrutura.

Além disso, mudanças no estilo de vida têm agravado o cenário em todo o país, com aumento do consumo de álcool, da inatividade física e de alimentos ultraprocessados. Entre os fatores de risco, apenas o tabagismo apresenta queda nas últimas décadas.

Especialistas reforçam que a promoção de hábitos saudáveis é uma estratégia fundamental para prevenir o câncer colorretal e outras doenças crônicas, embora ainda represente um desafio para as políticas públicas.

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