• IPVA 2026: veja alíquotas e isentos
  • Ministério da Saúde mantém vacina contra herpes-zóster fora do SUS público
  • Classificados no Vestibular de Verão 2026 da FEMA já podem realizar a matrícula online
Novidades e destaques Novidades e destaques

Economia • 07:42h • 02 de setembro de 2025

Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,85%

Estimativa para o PIB é de 2,19% este ano

Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros - a Selic - definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros - a Selic - definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a inflação oficial do país - passou de 4,86% para 4,85% este ano. É a décima quarta redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (1º). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,33% para 4,31%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,94% e 3,8%, respectivamente.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros - a Selic - definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, em julho, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nos 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,18% para 2,19% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,87%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,89% e 2%, respectivamente.

Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 1,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,56 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,62.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Ciência e Tecnologia • 11:31h • 21 de janeiro de 2026

Novo protocolo do Google quer acabar com carrinho e site no e-commerce tradicional

Novo protocolo aberto permite que assistentes de IA descubram produtos, finalizem pagamentos e acompanhem pedidos sem sair da conversa, preparando varejistas para o comércio convencional

Descrição da imagem

Mundo • 11:00h • 21 de janeiro de 2026

IPVA 2026: veja alíquotas e isentos

Começou a valer neste ano a emenda à Constituição que garante o benefício para todos os estados

Descrição da imagem

Educação • 10:42h • 21 de janeiro de 2026

Sisu 2026: Saiba como se inscrever

Inscrições ocorrem até 23 de janeiro, por meio do Portal Acesso Único. Edição é a maior da história do programa, com oferta de mais de 274 mil vagas em 136 instituições públicas de educação superior

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 10:19h • 21 de janeiro de 2026

Escola de Música Tom Jobim oferece mil vagas gratuitas em cursos livres 2026

Para todas as idades e níveis de conhecimento, são 84 cursos de música que incluem instrumentos, teoria, orquestras, canto, tecnologia e ensino a distância. Inscrições vão até 26 de janeiro

Descrição da imagem

Classificados • 09:37h • 21 de janeiro de 2026

Região de Marília tem 415 vagas de emprego abertas; veja as oportunidades

Ao todo, são 14.153 vagas oferecidas pelos Postos de Atendimento ao Trabalhador nesta segunda-feira (19) no estado de SP

Descrição da imagem

Saúde • 09:24h • 21 de janeiro de 2026

8 perguntas e respostas sobre a vacina da dengue do Instituto Butantan

Imunizante desenvolvido pelo instituto do Governo de São Paulo é o primeiro em dose única do mundo

Descrição da imagem

Saúde • 08:43h • 21 de janeiro de 2026

Ministério da Saúde mantém vacina contra herpes-zóster fora do SUS público

Alta de custos e baixo impacto orçamentário sustentável motivam decisão

Descrição da imagem

Educação • 08:21h • 21 de janeiro de 2026

Enamed: Veja cursos de medicina que terão sanções por desempenho ruim

Cerca de 30% dos cursos analisados tiveram avaliação insatisfatória

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar