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Saúde • 14:43h • 02 de julho de 2025

Menstruação sem tabu: como conversar com filhas sobre o próprio corpo

Ginecologista orienta famílias a abordarem a menstruação com naturalidade e acolhimento, ajudando meninas a viverem a primeira menstruação com segurança e sem vergonha

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Fonte Comunica | Foto: Divulgação

Ginecologista explica como preparar meninas para a menarca com acolhimento e informação
Ginecologista explica como preparar meninas para a menarca com acolhimento e informação

A menstruação é uma fase fundamental do desenvolvimento das meninas, mas ainda cercada de tabus e silêncios que dificultam o entendimento do corpo e afetam a autoestima de muitas adolescentes. A ginecologista Loreta Canivilo defende que mães, pais e responsáveis conversem abertamente com as filhas para transformar a menarca – primeira menstruação – em um marco natural, consciente e acolhido.

Segundo Loreta, o diálogo deve começar cedo, ainda na infância, de forma leve e adequada para a idade. “O ideal é explicar desde os oito ou nove anos, para que o assunto não gere medo ou vergonha quando a menarca chegar. A ideia é construir uma base de confiança e informação”, orienta.

Entre os sinais que indicam a proximidade da primeira menstruação estão o crescimento das mamas, o surgimento de pelos pubianos, mudanças de humor e corrimento vaginal transparente. A menarca costuma ocorrer entre os 10 e 14 anos, variando conforme o organismo de cada menina.

A médica também destaca a importância de ensinar como funciona o ciclo menstrual. “Ele começa no primeiro dia da menstruação e vai até o dia anterior à próxima. Em média, dura 28 dias, mas pode variar de 21 a 35 dias. Explicar essas variações ajuda a identificar o que é normal e o que deve ser avaliado por um profissional.”

Para ajudar nesse momento, Loreta sugere preparar um “kit de primeiros cuidados” com absorventes variados, calcinhas adequadas e informações claras sobre higiene íntima. “Mostre na prática como usar o absorvente, explicando que ele deve ser trocado a cada três ou quatro horas, ou sempre que estiver úmido”, explica.

Outro ponto fundamental é normalizar o tema. “Menstruação não deve ser escondida. Oriente sua filha a carregar o absorvente na mochila sem constrangimento. Isso é autocuidado.”

Loreta também lembra que o ciclo menstrual envolve aspectos físicos e emocionais: cólicas, inchaço, irritabilidade e alterações de humor são comuns. “É importante que as meninas saibam que tudo isso é normal e que elas podem falar sobre isso com segurança.”

Por fim, a médica reforça a importância de incluir toda a família na conversa. “Quando pais, irmãos e responsáveis se informam e acolhem, ajudamos a combater o machismo estrutural e construímos um ambiente em que a saúde feminina é respeitada.”

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