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Responsabilidade Social • 13:08h • 22 de novembro de 2025

Marina Silva: adaptação precisa estar no centro da resposta global

Em discurso, ministra defendeu ainda superação de combustíveis fósseis

Agência Brasil | Foto: Aline Massuca/COP30

Marina Silva
Marina Silva

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, declarou que a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) precisa terminar com a aprovação dos indicadores globais de adaptação. A declaração fez parte do discurso de abertura do segmento de alto nível de ministros, na tarde de terça-feira (18), em Belém.

Os indicadores de adaptação são as regras e métricas que conduzirão os países de todo o mundo a prepararem suas cidades e áreas naturais para o enfrentamento dos impactos causados pelas mudanças climáticas. Por exemplo, a criação de áreas mais verdes nas cidades para tornar o solo mais permeável e diminuir os estragos causados por enchentes e enxurradas.

“A adaptação precisa estar no centro da resposta global: proteger pessoas e territórios terrestres e marítimos depende de instrumentos concretos para medir progresso, orientar políticas e reduzir vulnerabilidades”, afirmou.

Marina Silva lembrou que a ciência alerta que, para manter o aquecimento global em 1,5ºC, é preciso implementar as metas nacionais apresentadas pelos países (NDCs, na sigla em inglês). “Precisamos de ação rápida, ambição reforçada e implementação acelerada”, diz.

A ministra também reforçou a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a construção de "mapas do caminho" para, de forma justa e planejada, reverter o desmatamento e superar progressivamente a dependência dos combustíveis fósseis, mobilizando os recursos necessários. Os mapas de caminho são uma espécie de roteiro para que as transições possam ocorrer gradativamente.

Segundo Marina Silva, não há respostas universais para o enfrentamento do desafio climático.

“É necessário diálogo estruturado, troca de experiências e estratégias de longo prazo, contemplando países produtores e países consumidores de combustíveis fósseis.”, diz.

Mais uma vez a ministra reforçou a ideia de que países mais ricos devem abrir o caminho agindo de forma mais rápida, por terem mais responsabilidade histórica sobre os impactos no clima e maior capacidade financeira. Por outro lado, não isentou os países em desenvolvimento a se comprometerem a criar meios de implementação coerentes com a redução das desigualdades.

“Essa é a essência de uma transição justa: proteger pessoas, fortalecer resiliência e orientar decisões pela ciência, tanto a ciência moderna quanto a dos conhecimentos dos povos originários”, afirma.

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