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Economia • 13:39h • 03 de agosto de 2025

IBGE: desocupação no trimestre encerrado em junho é o menor da série histórica

Taxa de desocupação para o trimestre de abril a junho foi de 5,8%, a menor da série histórica, iniciada em 2012. Total de empregados com carteira assinada no setor privado bateu recorde e a taxa de informalidade foi a segunda menor já registrada

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Gov | Foto: Arquivo Âncora1

Também foram recordes a taxa de participação na força de trabalho (62,4%), o nível da ocupação (58,8%, igualando-se ao trimestre de setembro a novembro de 2024) e o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que chegou a 39,0 milhões.
Também foram recordes a taxa de participação na força de trabalho (62,4%), o nível da ocupação (58,8%, igualando-se ao trimestre de setembro a novembro de 2024) e o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que chegou a 39,0 milhões.

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,8% no trimestre de abril a junho de 2025, a menor já registrada desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012. O número representa queda em relação ao trimestre anterior (7,0%) e ao mesmo período de 2024 (6,9%).

O número de desocupados chegou a 6,3 milhões, recuo de 1,3 milhão em relação ao trimestre anterior. A população ocupada atingiu 102,3 milhões, com crescimento de 1,8% no trimestre e 2,4% no ano.

A taxa de informalidade foi de 37,8%, a segunda menor já registrada, com 38,7 milhões de trabalhadores informais. Já o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado bateu recorde: 39 milhões.

A subutilização da força de trabalho caiu para 14,4% e o número de desalentados chegou a 2,8 milhões — menor patamar desde 2016.

O setor que mais cresceu foi o de educação e serviços públicos, com alta de 5%. Outros destaques na comparação anual foram indústria, comércio, transportes e atividades profissionais.

O rendimento médio real habitual também foi recorde: R$ 3.477, com crescimento de 3,3% no ano. A massa de rendimento totalizou R$ 351,2 bilhões, também o maior valor da série.

Os dados são do IBGE, que divulgou também a reponderação da série histórica com base no Censo 2022.



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