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Saúde • 19:37h • 21 de março de 2026

Hérnia de disco cresce entre jovens de 20 a 30 anos e preocupa especialistas

Sedentarismo, excesso de telas e longas horas sentadas antecipam problema antes comum após os 50 anos

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Baronesa | Foto: Arquivo/Âncora1

Estilo de vida digital acelera desgaste da coluna em jovens
Estilo de vida digital acelera desgaste da coluna em jovens

A hérnia de disco, por muito tempo associada ao envelhecimento, tem aparecido cada vez mais cedo. Jovens entre 20 e 35 anos já chegam aos consultórios com dores intensas na lombar e no pescoço, além de sintomas como formigamento e perda de força.

O avanço desses casos acompanha mudanças no estilo de vida, especialmente relacionadas ao sedentarismo e ao uso prolongado de telas.

Mudança no perfil dos pacientes

Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que a dor lombar é a principal causa de incapacidade no mundo, afetando cerca de 619 milhões de pessoas.

No Brasil, os afastamentos por dores nas costas estão entre os principais motivos de concessão de auxílio-doença. O que chama atenção dos especialistas é a redução da idade dos pacientes, com quadros mais avançados surgindo já na fase jovem adulta.

Rotina sedentária e postura inadequada

O aumento dos casos está diretamente ligado ao tempo excessivo sentado, seja no trabalho, estudo ou lazer. Estudos apontam que jovens passam, em média, mais de 9 horas por dia nessa posição, somando o uso de computadores, celulares e deslocamentos.

A postura curvada, comum no uso de telas, aumenta a pressão sobre os discos da coluna. Com o tempo, isso pode causar desgaste, fissuras e evoluir para hérnia de disco. Outro fator de risco é a falta de fortalecimento muscular, que reduz a capacidade de sustentação da coluna.

Exercício sem orientação também pode agravar

Além do sedentarismo, a prática de atividade física sem orientação adequada também contribui para o problema. Treinos intensos, principalmente com carga elevada, podem sobrecarregar a coluna e acelerar o surgimento de lesões.

Sinais que exigem atenção

Nem toda dor nas costas indica hérnia de disco, mas alguns sintomas devem ser observados:

  • Dor que irradia para braços ou pernas
  • Dormência ou formigamento
  • Perda de força muscular
  • Dor que piora ao tossir ou espirrar
  • Dificuldade para caminhar ou se movimentar

Quando a dor persiste por semanas ou interfere na rotina, a avaliação médica é necessária.

Tratamento evoluiu e nem sempre envolve cirurgia

A maior parte dos casos pode ser tratada com abordagem conservadora, incluindo fisioterapia, controle da dor e fortalecimento muscular.

Em situações específicas, podem ser utilizados procedimentos como infiltrações para reduzir a inflamação. Quando a cirurgia é indicada, técnicas minimamente invasivas permitem recuperação mais rápida e menor impacto ao paciente.

Prevenção é o principal caminho

Especialistas apontam que mudanças simples na rotina podem reduzir significativamente o risco:

  • Ajustar a altura da tela
  • Fazer pausas frequentes durante o dia
  • Evitar longos períodos sentado
  • Fortalecer a musculatura do core
  • Buscar orientação antes de iniciar exercícios intensos

Reflexo da vida moderna

O aumento de casos entre jovens reflete o impacto do estilo de vida digital sobre o corpo. A combinação de sedentarismo, excesso de estímulos e longos períodos de imobilidade tem antecipado problemas que antes apareciam décadas depois.

A dor, nesse contexto, deixa de ser um incômodo pontual e passa a ser um sinal de alerta de que o corpo precisa de movimento e equilíbrio.

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