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Educação • 09:31h • 22 de outubro de 2024

Governo de SP investe em alimentos sazonais e apresenta novos sabores aos alunos

Em outubro, manga e vagem são os alimentos da época que integram o cardápio das escolas estaduais; abacate, milho, pêra, escarola e berinjela já passaram pelas refeições deste ano

Agência SP | Foto: Governo de SP

Fazem parte do cardápio constante das escolas alimentos in natura como abacaxi, banana, limão, maçã, mamão, manga, melancia, melão e tangerina.
Fazem parte do cardápio constante das escolas alimentos in natura como abacaxi, banana, limão, maçã, mamão, manga, melancia, melão e tangerina.

O dia 21 de outubro é marcado como o Dia Nacional da Alimentação na Escola. Nas escolas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), as refeições oferecidas a crianças, jovens e adultos passaram por uma transformação neste ano, e a data pode ser celebrada como um marco na rede. Além do trabalho constante para que os alimentos preparados mantenham o padrão de qualidade e atendam às necessidades nutricionais, em 2024, a Educação de SP deu início à distribuição de alimentos sazonais e os alunos passaram a descobrir novos sabores.

Desde o início do ano letivo, além da compra dos alimentos in natura, a equipe do Departamento de Alimentação Escolar passou a adquirir produtos colhidos sazonalmente pelos produtores que abastecem a despensa de 3.650 escolas estaduais. Apenas neste ano, muitos estudantes já provaram, pela primeira vez, abacate em setembro, brócolis em agosto, milho em junho, berinjela em maio, escarola em abril e pera em março.

Neste mês, as unidades estão recebendo manga tommy e vagem macarrão. São 199,9 toneladas de manga e 37,1 toneladas de vagem entregues às unidades de ensino desde a última segunda-feira.

Fazem parte do cardápio constante das escolas alimentos in natura como abacaxi, banana, limão, maçã, mamão, manga, melancia, melão e tangerina. Entre as hortaliças, estão abóbora, abobrinha, acelga, alface crespa, alho, batata, batata doce, beterraba, cebola, cebolinha, cenoura, chuchu, couve, mandioca, pepino, repolho verde, tomate e salsinha.

Nas escolas do estado de São Paulo, a alimentação escolar é fornecida de duas formas: ou diretamente pela Secretaria da Educação, que adquire os insumos e contrata as cozinheiras e cozinheiros escolares, ou por meio de contrato com as prefeituras. Das mais de 5.000 unidades de ensino, 3.650 têm as refeições oferecidas diretamente pela Educação. Aproximadamente 2,5 milhões de estudantes estão matriculados nessas unidades.

No prato e na sala de aula

A inserção de alimentos sazonais na alimentação escolar têm impactado os estudantes nos refeitórios e também em sala de aula, uma vez que o Departamento de Alimentação Escolar incentiva o desenvolvimento de atividades pedagógicas atreladas aos alimentos. Entre os exemplos, está a relação do milho, distribuído em junho, com os povos originários e as festas típicas.

Na Escola Estadual México, localizada Vila Joaniza, na zona sul da capital, o abacate distribuído em setembro foi transformado em guacamole, um prato típico do país que dá nome à unidade e a fruta se transformou em aula especial para o lanche dos estudantes do Centro de Estudos de Línguas (CEL) que frequentam as aulas de espanhol. Além de abordar a tradição desse prato no México, professores também preparam uma dinâmica para mostrar que o abacate também está presente na culinária de outros países da América Latina que têm o espanhol como língua oficial, como Colômbia, Peru e Chile.

“A iniciativa da Secretaria da Educação, de trazer alimentos da safra para a alimentação escolar, tem apresentado aos nossos alunos frutas e vegetais que muitos deles nunca comeram ou provaram antes, além de novas possibilidades de atividades pedagógicas”, comenta o diretor da escola da zona sul, professor Michael Sousa dos Santos.

“Essas dinâmicas ajudam muito no aprendizado. Fica muito mais legal aprender assim”, conta a estudante Emily Santos, que também colocou a mão na massa para preparar o guacamole. “Foi muito bom, eu adoro essa mistura de tempero. La buena comida es la base de la felicidad (A boa comida é a base da felicidade)”, conclui a aluna Ângela Vitória, em espanhol.

Comida sem enlatados

Nos últimos anos, a equipe de nutrição da Secretaria da Educação deu início e concluiu o processo de retirada de alimentos enlatados nas refeições e ampliou a oferta de frutas aos estudantes.

“O processo de acabar com os alimentos enlatados na rede já foi finalizado. Atualmente, a alimentação escolar do estado é composta predominantemente por alimentos in natura e minimamente processados. As carnes e frangos distribuídos são congelados, não há mais a distribuição de alimentos enlatados”, informa a diretora técnica do Departamento de Alimentação Escolar da Educação de SP, Nayla Veríssimo.

Nayla conta que, até mesmo o atum, que compõe o cardápio apenas um dia no mês, que era adquirido em latas com tamanhos maiores que as encontradas no mercado, hoje é entregue à rede em formato de pouch, uma embalagem que preserva melhor o sabor e a qualidade do peixe.


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