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Saúde • 14:31h • 22 de junho de 2025

Exercícios revertem até 20 anos de envelhecimento do coração após os 50

Estudo da Circulation mostra que programa aeróbico intensivo reverte rigidez cardíaca, levando coração de sedentários à “idade” de 30 anos

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações do CFF | Foto: Arquivo Âncora1

O treinamento aeróbico intenso estimula adaptações moleculares que preservam a flexibilidade do músculo cardíaco.
O treinamento aeróbico intenso estimula adaptações moleculares que preservam a flexibilidade do músculo cardíaco.

Uma pesquisa inédita publicada na revista Circulation revela que dois anos de exercícios físicos regulares podem reverter até duas décadas do envelhecimento do coração em adultos sedentários de 50 anos. Após o término do programa, o funcionamento cardíaco dos participantes passou a se assemelhar ao observado em indivíduos de 30 anos, com melhora expressiva na elasticidade do músculo cardíaco.

O estudo acompanhou 120 voluntários, divididos em dois grupos. Enquanto um realizava treinos intervalados de alta intensidade (exercícios aeróbicos com picos de esforço e recuperação ativa), o outro seguia uma rotina mais leve, baseada em ioga, alongamentos e atividades de equilíbrio. Apenas o grupo de exercícios intensos apresentou redução estatisticamente significativa na rigidez do ventrículo esquerdo — principal marcador do envelhecimento cardíaco — o que se traduziu em maior eficiência no bombeamento sanguíneo.

Segundo os autores, o sedentarismo favorece o enrijecimento do tecido cardíaco, comprometendo a circulação e elevando riscos de hipertensão e insuficiência cardíaca. “A rigidez ventricular dificulta o relaxamento do coração entre batimentos, exigindo maior esforço para manter o fluxo sanguíneo”, explica o cardiologista e coautor do estudo, Dr. Rafael Montenegro. “Já o treinamento aeróbico intenso estimula adaptações moleculares que preservam a flexibilidade do músculo cardíaco.”

Os benefícios, porém, não se restringem ao órgão vital. Pesquisadores da Universidade de Harvard afirmam que cada hora dedicada ao exercício regularmente pode render até duas horas a mais de vida. Para eles, a combinação de ganhos cardiovasculares, metabólicos e neurológicos faz da prática física uma das intervenções mais poderosas na promoção da longevidade.

Diante desses resultados, os especialistas recomendam que adultos de meia-idade incluam treinos aeróbicos estruturados em sua rotina, sempre sob orientação profissional, como meio eficaz de manter o “coração jovem” e reduzir complicações associadas ao envelhecimento.

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