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Economia • 13:55h • 11 de janeiro de 2025

Diferenças significativas de preços de repelentes no interior de SP: fique atento ao comprar

Em cidades como São José do Rio Preto e Baixada Santista, a diferença de preços pode impactar diretamente o bolso do consumidor, com variações de até 126% nos produtos

Da Redação | Com informações da Assessoria de Imprensa do Procon | Foto: Divulgação

Preço de repelente pode variar até 126% no interior de SP, aponta pesquisa
Preço de repelente pode variar até 126% no interior de SP, aponta pesquisa

Uma pesquisa recente do Procon-SP trouxe informações valiosas para os consumidores do interior do estado, especialmente em cidades como São José do Rio Preto e na Baixada Santista. De acordo com o levantamento, os preços dos repelentes — itens fundamentais para a proteção contra doenças como dengue e chikungunya — apresentam variações significativas, que podem impactar diretamente no orçamento das famílias.

Enquanto na capital paulista os preços se mantiveram estáveis em relação ao último mês, com uma leve queda de 0,98%, o cenário no interior e litoral é bem mais instável. Em São José do Rio Preto, a pesquisa apontou uma alta de 5,36% no preço médio dos repelentes. Um dos produtos que mais teve variação foi o Repelente Repelex Family 200ml Loção, que teve um aumento de 22,22% no valor, subindo de R$ 24,03 para R$ 29,37.

Na Baixada Santista, a situação foi um pouco diferente. Embora os preços médios tenham caído 6,42%, os consumidores ainda enfrentam diferenças consideráveis nos valores praticados pelos estabelecimentos da região. Por exemplo, o Repelente OFF Kids 200g Loção, da Johnson, apresentou um aumento de 5,42%, subindo de R$ 24,73 para R$ 26,07.

Uma das informações mais preocupantes para quem mora no interior é a grande variação de preços encontrada entre os estabelecimentos. Em São José do Rio Preto, por exemplo, o Repelente Xô Inseto Deet 200ml Spray teve uma diferença de 88% entre o menor e o maior preço encontrado: enquanto em um local o produto estava sendo vendido por R$ 15,90, em outro o valor subia para R$ 29,90.

Essas variações são especialmente relevantes em tempos de aumento da incidência de doenças transmitidas por mosquitos, como a dengue e chikungunya, no interior de São Paulo. As pesquisas do Procon-SP, que começaram a ser realizadas mensalmente, agora se tornarão quinzenais, até abril deste ano, para acompanhar de perto os preços e oferecer uma referência para os consumidores.

Além disso, o Procon-SP destaca a importância de comparar não apenas os preços, mas também a qualidade do produto e a quantidade (como ml ou mg), especialmente para evitar prejuízos com compras feitas por impulso. No caso de compras online, o consumidor deve verificar a confiabilidade do site, o prazo de validade do produto e o custo do frete.

Com essa variação de preços, os consumidores de cidades como Assis, que ainda não foram diretamente abordadas pela pesquisa, devem tomar mais cuidado ao adquirir seus repelentes, observando as diferenças de preço entre as opções disponíveis.

Veja o relatório completo do interior - São José do Rio Preto aqui.

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