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Saúde • 09:52h • 31 de outubro de 2025

Da ficção à vida real: conheça a rara hipertensão arterial pulmonar

O caso fictício de Lígia em "Três Graças" e a gravidade da condição na vida real

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações do CFF | Foto: CFF

"Três Graças", da TV Globo

Na trama da novela "Três Graças", da TV Globo, a personagem Lígia, interpretada por Dira Paes, enfrenta a hipertensão arterial pulmonar. O enredo, desenvolvido por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva, apresenta um grave problema de saúde pública quando sua filha, Gerluce, descobre que os medicamentos essenciais para o tratamento da mãe são falsificados, agravando seu estado de saúde.

Na realidade, a hipertensão arterial pulmonar é uma doença grave e rara. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), sua incidência é de aproximadamente 40 a 55 casos para cada um milhão de adultos. A doença é caracterizada por uma pressão anormalmente alta nas artérias dos pulmões, o que frequentemente causa falta de ar e fadiga extrema durante atividades leves.

O papel vital do farmacêutico na garantia do tratamento

O contexto fictício da novela, envolvendo medicamentos falsos, destaca um papel fundamental do farmacêutico na vida real: a garantia da qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos. Cabe ao farmacêutico, como profissional de saúde especializado, atuar na cadeia de dispensação de medicamentos, assegurando que os produtos tenham origem confiável e estejam dentro dos padrões exigidos pelas autoridades sanitárias. Sua atuação é uma barreira essencial contra o comércio de medicamentos falsificados, que representam um risco imediato à saúde dos pacientes, especialmente daqueles com doenças crônicas e graves como a hipertensão arterial pulmonar.

Mecanismo da doença e abordagem diagnóstica

Conforme explicado pelo pneumologista Caio Fernandes, do Instituto do Coração (Incor) do HC-FMUSP, o sistema circulatório funciona em série. O lado esquerdo do coração é uma bomba forte que envia sangue para o corpo sob alta pressão, enquanto o lado direito é uma bomba mais fraca, projetada para enviar sangue aos pulmões sob baixa pressão. Na hipertensão arterial pulmonar, a pressão na circulação dos pulmões aumenta, sobrecarregando o lado direito do coração, que começa a falhar, resultando em sintomas como falta de ar e inchaço.

Os sintomas característicos incluem falta de ar durante esforços, tontura, fadiga e edema, especialmente nas pernas. O diagnóstico é realizado por meio de exames de imagem, como radiografia de tórax, ecocardiograma e eletrocardiograma, além de testes de função pulmonar para avaliar a extensão do comprometimento.

Opções de tratamento e manejo da condição

O tratamento tradicional para a hipertensão pulmonar envolve o uso de medicamentos para tratar a causa subjacente e aliviar os sintomas, incluindo fármacos que promovem a dilatação dos vasos sanguíneos. Em casos específicos, a suplementação com oxigênio por meio de cilindros é necessária para reduzir a pressão nas artérias pulmonares e aliviar a sensação de falta de ar. Nesse contexto, o farmacêutico também atua no acompanhamento farmacoterapêutico, orientando o paciente sobre o uso correto dos medicamentos e monitorando possíveis efeitos adversos, contribuindo para a adesão e eficácia do tratamento.

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