Ciência e Tecnologia • 14:37h • 30 de julho de 2024
Cientistas desenvolvem tecnologia para desvendar florestas tropicais
Competição quer acelerar desenvolvimento de inovações
Da Redação | Com informações da Agência Brasil | Foto: Fabio Rodriguez-Pozzebom
Os desafios de estudar os biomas do mundo são muitos, e nas florestas tropicais, eles se amplificam. Para superar essas dificuldades e avançar nos registros científicos do ecossistema presente na área central do planeta, foi lançada a competição global XPrize Florestas Tropicais, que agora chega à fase final.
Lançada em 2019, a disputa começou com 300 equipes, das quais seis chegaram à fase final, que aconteceu na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, próximo a Manaus, Amazonas. Essas equipes, formadas por cientistas de várias partes do mundo, têm apresentado soluções inovadoras, utilizando drones, robôs, inteligência artificial e outras tecnologias para mapear e monitorar a biodiversidade da floresta.
O objetivo do XPrize Florestas Tropicais é promover o aprimoramento dos sistemas de monitoramento da cobertura florestal e controle do desmatamento. A competição visa acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas para acessar diferentes ambientes das florestas tropicais, coletar informações e catalogá-las para viabilizar estratégias de conservação e desenvolvimento sustentável.
O prêmio total é de US$ 10 milhões, dividido entre os primeiros colocados. Os vencedores serão anunciados em novembro durante a cúpula do G20 no Rio de Janeiro. Até lá, os jurados avaliarão as inovações apresentadas, focando na combinação de conhecimentos científicos e na inclusão das comunidades locais.
Aviso legal
Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, integral ou parcial, do conteúdo textual e das imagens deste site. Para mais informações sobre licenciamento de conteúdo, entre em contato conosco.
Últimas Notícias
As mais lidas
Ciência e Tecnologia
Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento
Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar
Ciência e Tecnologia
3I/ATLAS surpreende e se aproxima da esfera de Hill de Júpiter com precisão inédita