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Economia • 13:47h • 23 de dezembro de 2025

Brasil soma 10,8 milhões de tentativas de fraude em 2025 e pode ultrapassar 14 milhões até dezembro

Levantamento da Serasa Experian aponta alta de 28,6% em 2025, com bancos como principal alvo e maior incidência entre pessoas de 26 a 50 anos

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Serasa | Foto: Divulgação

Brasil registra 10,8 milhões de tentativas de fraude até setembro e Sudeste concentra quase metade dos casos
Brasil registra 10,8 milhões de tentativas de fraude até setembro e Sudeste concentra quase metade dos casos

O Brasil contabilizou 10.886.982 tentativas de fraude entre janeiro e setembro de 2025, crescimento de 28,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, o equivalente a uma ocorrência a cada 2,2 segundos. Os dados são do Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian e indicam que, mantido o ritmo atual, o país deve ultrapassar 14 milhões de registros até o fim do ano.

O avanço acompanha a intensificação das transações digitais no país. À medida que consumidores e empresas ampliam o uso de serviços online, cresce também o espaço para a atuação de criminosos, que exploram vulnerabilidades em cadastros, autenticações e jornadas digitais.

Bancos e cartões concentram 6 em cada 10 tentativas

O setor financeiro segue como o principal alvo. Bancos, emissores de cartões e instituições financeiras responderam por 60% das tentativas mapeadas no período. Desse total, Bancos e Cartões concentraram 52,3% das ocorrências, enquanto Financeiras somaram 7,7%. Serviços, telefonia e varejo aparecem na sequência, compondo um ecossistema de risco ligado a cadastros, assinaturas e compras online.

Segundo a Serasa Experian, os fraudadores priorizam ambientes em que a monetização é mais rápida, mas testam brechas em múltiplos setores, exigindo proteções em camadas para bloquear riscos antes que se convertam em prejuízo.

Público economicamente ativo é o mais visado

As tentativas de fraude miraram sobretudo pessoas em plena atividade econômica. Consumidores de 26 a 50 anos concentraram 58,9% dos registros. O grupo de 36 a 50 anos respondeu por 33%, enquanto 26 a 35 anos representaram 25,9%. O recorte reflete maior acesso a crédito, serviços financeiros e compras digitais, ainda que ocorrências entre jovens e idosos também apresentem crescimento.



Checagem cadastral lidera a identificação

Na forma de detecção, inconsistências cadastrais permaneceram como principal frente, com 51,4% das tentativas identificadas. Em seguida vieram validações de documentos e biometria (33%) e análises de comportamento em dispositivos (15,6%). O cenário reforça a importância de combinar dados, biometria e inteligência comportamental para antecipar ataques.

Sudeste concentra quase metade dos casos

Regionalmente, o Sudeste respondeu por 48,2% das tentativas de fraude no país, somando cerca de 5,2 milhões de ocorrências entre janeiro e setembro. O Nordeste apareceu em seguida, com aproximadamente 2,1 milhões, e o Sul, com 1,7 milhão. Centro-Oeste e Norte, juntos, somaram cerca de 1,7 milhão.

Quando a análise considera a população, o Distrito Federal lidera o ranking nacional, com 8.559 tentativas por milhão de habitantes, seguido por São Paulo (7.336), Rio de Janeiro (6.742) e Mato Grosso (6.666). Na outra ponta estão Maranhão (3.271), Roraima (3.292) e Piauí (3.590).

Cenário exige prevenção mais sofisticada

O levantamento indica que a evolução das fraudes ocorre no mesmo ritmo da digitalização. Para especialistas, a resposta passa por autenticação multifatorial, integração de dados e monitoramento contínuo do comportamento, capazes de identificar riscos na origem e reduzir impactos para consumidores e empresas.

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