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Saúde • 11:03h • 23 de setembro de 2025

ANS inclui medicamentos para lúpus no rol de coberturas obrigatórias

Anifrolumabe e belimumabe são incluídos pela primeira vez

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

O lúpus é uma doença autoimune, crônica, sem cura, que provoca quadros de inflamação que podem danificar tecidos e órgãos. Os sintomas mais comuns são dores, inchaço e rigidez nas articulações, manchas avermelhadas nas bochechas e no nariz e reações na pele que aparecem após exposição solar.
O lúpus é uma doença autoimune, crônica, sem cura, que provoca quadros de inflamação que podem danificar tecidos e órgãos. Os sintomas mais comuns são dores, inchaço e rigidez nas articulações, manchas avermelhadas nas bochechas e no nariz e reações na pele que aparecem após exposição solar.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a inclusão de dois medicamentos para tratamento de lúpus no Rol de Procedimentos em Eventos em Saúde, tornando obrigatória a cobertura para beneficiários de planos de saúde. A medida passa a valer a partir de 3 de novembro e deve beneficiar cerca de 2 mil pacientes.

Os medicamentos incluídos são o anifrolumabe e o belimumabe, indicados para o lúpus eritematoso sistêmico em adultos que apresentam episódios frequentes da doença, mesmo após o uso da terapia padrão. É a primeira vez que remédios voltados exclusivamente para lúpus entram na lista de cobertura obrigatória. Em 2024, o belimumabe já havia sido incorporado, mas apenas para tratar complicações renais da doença, a nefrite lúpica.

Segundo Wadih Damous, diretor-presidente da ANS, a decisão é relevante porque o lúpus é uma doença complexa, sem cura, e o acesso a tratamentos que permitem melhor controle e qualidade de vida deve estar disponível.

A medida foi comemorada pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). O reumatologista Odirlei Andre Monticielo, coordenador da comissão científica de LES da SBR, destacou que os medicamentos possuem evidências científicas que comprovam benefícios no controle da doença, como redução do uso de glicocorticoides, importantes para pacientes que enfrentam uma condição crônica que afeta múltiplos órgãos.

O objetivo da SBR é que esses medicamentos também estejam disponíveis no SUS, buscando reduzir desigualdades de acesso entre pacientes de planos de saúde e do sistema público.

O lúpus é uma doença autoimune crônica, sem cura, que provoca inflamações e pode danificar órgãos e tecidos. Afeta principalmente mulheres jovens entre 20 e 45 anos, com maior incidência em pessoas negras e em regiões de maior exposição solar. Sintomas comuns incluem dores e rigidez nas articulações, manchas avermelhadas no rosto e reações na pele após exposição ao sol.

Pacientes como Regiane Araújo Pacheco, de Salvador, relatam que o tratamento com belimumabe transformou sua qualidade de vida. Ela iniciou o uso do medicamento em 2016, dentro de um protocolo de pesquisa, após anos de dores e diagnóstico tardio de lúpus, e considera o tratamento um divisor de águas para sua saúde.

Estima-se que entre 150 mil e 300 mil pessoas vivam com lúpus eritematoso sistêmico no Brasil.

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